João XXIII - Os seus Escândalos
Yves Marsaudon, maçom de grau 33 do Rito Escocês: “O senso de universalidade que predomina em Roma nestes dias é muito próximo ao nosso propósito de existência… de todo coração auguramos que a revolução de João XXIII continue.”1
João XXIII (Angelo Roncalli) – O homem que convocou o Vaticano II e que afirmou ser o papa desde 1958 a 1963
por Ir. Miguel Dimond, O.S.B., e Ir. Pedro Dimond, O.S.B.
Examinemos alguns dos factos acerca de Angelo Roncalli (João XXIII). Angelo Roncalli nasceu em 1881 e ocupou cargos diplomáticos na Bulgária, Turquia e França. Roncalli foi também “patriarca” de Veneza.
ALGUMAS DAS ACTIVIDADES DE JOÃO XXIII ANTES DE SUA “ELEIÇÃO AO PAPADO” EM 1958
Durante anos, o Santo Ofício manteve um arquivo sobre Angelo Roncalli (João XXIII) que dizia “suspeito de modernismo.” O arquivo remonta ao ano de 1925, quando Roncalli, que era conhecido pelos seus ensinamentos heterodoxos, foi abruptamente removido da sua cátedra no Seminário de Latrão a meio do semestre (foi acusado de modernismo) e enviado para a Bulgária. Esta transferência para a Bulgária deu inicio à sua carreira diplomática. De particular preocupação para Roma foi a permanente e próxima relação de Roncalli com o destituído sacerdote Ernesto Buonaiuti, que foi excomungado por heresia em 1926.2
Já em 1926, Angelo Roncalli (João XXIII) escreveu a um ortodoxo cismático:
“Os católicos e os ortodoxos não são inimigos, mas irmãos. Temos a mesma fé, participamos nos mesmos sacramentos e, sobretudo, na mesma Eucaristia. Separam-nos alguns mal-entendidos sobre a constituição divina da Igreja de Jesus Cristo. Aqueles que causaram esses mal-entendidos já morreram há séculos. Vamos deixar de lado as velhas contendas e, cada um no seu campo, vamos trabalhar para tornar bons os nossos irmãos, oferecendo-lhes os nossos melhores exemplos. Mais tarde, ainda que tendo partido de caminhos diferentes, encontrar-nos-emos na união das Igrejas para formar juntos a verdadeira e única Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.”3
Esta afirmação implica que a única verdadeira Igreja não foi ainda estabelecida.
Em 1935, Angelo Roncalli viajou à Turquia e fez amizade com o Sub-Secretário do Ministério de Relações Exteriores, Namam Rifat Menemengioglu.4 Menemengioglu disse a Roncalli:
“A laicidade do Estado é o nosso princípio fundamental e a garantia de nossa liberdade.” Roncalli respondeu: “A Igreja será cuidadosa em não infringir vossa liberdade.”5
Na Turquia, Roncalli também afirmou: “Vós irlandeses sois impossíveis. No momento em que vindes ao mundo, até antes de serdes baptizados, começais a condenar todos os que não pertencem à Igreja, especialmente os protestantes!”6
Aqui há outra citação que demonstra a visão herética de Roncalli: “A facção extrema anticatólica da Igreja Ortodoxa Grega anunciou com júbilo um acordo com a Igreja de Inglaterra pela qual cada uma reconhece a validez das sagradas ordens da outra. Mas Roncalli estava genuinamente contente. Aos gregos, que sorrateiramente lhe perguntaram sobre o que pensava do acordo, ele respondeu com sinceridade, ‘Não tenho nada senão elogios aos nossos irmãos separados pelo seu zelo em dar um passo em direcção à união de todos os cristãos.’”7
Desmond O’Grady, ex-correspondente do Washington Post no Vaticano, relatou que, durante a sua permanência em Istambul em 1944, Roncalli “deu um sermão sobre um concílio que se celebraria no período pós-guerra.”8 Quando Roncalli foi núncio em França, foi nomeado observador da Santa Sé na agência cultural das Nações Unidas, UNESCO. Em Julho de 1951, ele deu um discurso “elogiando prodigamente a UNESCO…”9 Roncalli chamou a UNESCO de “grande organização internacional...”10
Quando Angelo Roncalli foi núncio em França, nomeou um maçom de grau 33 e amigo íntimo, o barão Yves Marsaudon, como chefe da divisão francesa dos Cavaleiros da Malta, uma ordem laica católica.11
TESTEMUNHOS QUE INDICAM QUE JOÃO XXIII ERA MAÇOM
Yves Marsaudon, o maçom e autor francês anteriormente mencionado, também afirma que Roncalli (João XXIII) tornou-se um maçom de grau 33 quando era núncio em França. Mary Ball Martínez escreveu que guardas republicanos franceses observaram dos seus postos: “… o núncio (Roncalli) vestido à civil, saindo de sua residência para atender às reuniões noturnas de quinta-feira do Grande Oriente de França [loja maçónica]. Ao passo que a exposição a tal dramático conflito de lealdades poria o homem comum em estado de nervos, fosse ele católico ou maçom, Angelo Roncalli parece tê-la encarado com naturalidade.”12
A revista 30 Dias (30 Giorni) também realizou uma entrevista há vários anos com o líder da maçonaria italiana. O Grão-Mestre do Grande Oriente de Itália declarou: “Quanto a isso, parece que João XXIII foi iniciado (numa loja maçónica) em Paris, e participou nos trabalhos das Lojas em Istambul.”13
Uma vez em Paris, “Mons.” Roncalli participou de um banquete e sentou-se ao lado de uma mulher vestida com um decote muito imodesto. A companhia de Roncalli sentiu-se um pouco incomodada. Os convidados lançaram olhares ao “núncio papal.” Roncalli rompeu o silêncio dizendo com humor:
“Não posso imaginar por que todos os convidados continuam a olhar para mim, um pobre e velho pecador, quando a minha vizinha, nossa encantadora anfitriã, é muito mais jovem e atractiva.”14
Quando João XXIII foi elevado a “Cardeal,” ele insistiu em receber o seu chapéu de cardeal do ateu socialista e manifesto anticlerical Vincent Auriol, Presidente da República de França, o qual Roncalli descreveu como “um socialista honesto.”15

Roncalli ajoelhou-se perante Auriol, e Auriol colocou o barrete de cardeal sobre a cabeça de Roncalli. Auriol logo pendurou uma “extensa fita vermelha ao redor do pescoço do cardeal, abraçando-o com um pequeno apertão que imprimiu uma intimidade calorosa ao protocolo formal.”16 Auriol teve de enxugar as suas lágrimas com um lenço quando Roncalli se retirou para assumir a sua nova dignidade de “cardeal.”17
Durante funções sociais em Paris, Roncalli (João XXIII) foi frequentemente visto socializando com o embaixador soviético, M. Bogomolov, apesar do facto de o governo russo de Bogolomov ter retomado a sua política pré-guerra de exterminação massiva de católicos na Rússia.





Charles Riandey, um soberano Grão-Mestre das sociedades secretas, no seu prefácio para um livro de Yves Marsaudon (Ministro de Estado do Conselho Supremo das sociedades secretas francesas), declarou:
“Em memória de Angelo Roncalli, sacerdote, Arcebispo de Messamaris, Núncio Apostólico em Paris, Cardeal da Igreja romana, Patriarca de Veneza, Papa de nome de João XXIII, que condescendeu a dar-nos a sua bênção, a sua compreensão, e a sua protecção.”84
Um segundo prefácio para o livro foi dirigido ao “seu augusto continuador, sua Santidade o Papa Paulo VI.”85
O maçom de grau elevado, Carl Jacob Burckhardt, escreveu no Journal de Geneve: “Eu conheço o Cardeal Roncalli muito bem. Ele era um deísta e um racionalista cuja força não consistia na habilidade de acreditar em milagres e de venerar o que é sagrado.”86
OS SURPREENDENTES PARALELOS ENTRE O ANTIPAPA JOÃO XXIII DO GRANDE CISMA DO OCIDENTE E O ANTIPAPA JOÃO XXIII DO VATICANO II
O nome “João” tem sido propositadamente evitado por papas durante 500 anos, porque o último homem a usá-lo foi o infame João XXIII (Baltazar Cossa) do Grande Cisma do Ocidente. Existem paralelos incríveis entre o recente antipapa João XXIII (Angelo Roncalli) e o antipapa João XXIII (Baltazar Cossa) que reinou durante o Grande Cisma do Ocidente.
O reinado do primeiro antipapa João XXIII abarcou cinco anos, desde 1410 até 1415, tal como o reinado do segundo antipapa João XXIII, que abarcou cinco anos, de 1958 a 1963.
O primeiro antipapa João XXIII convocou um falso concílio, o Concílio de Constança (o Concílio de Constança tornou-se posteriormente num verdadeiro concílio ecuménico, com algumas sessões aprovadas pelo verdadeiro papa; mas, na altura em que o antipapa João XXIII o abriu, era um falso concílio). Da mesma maneira, o recente antipapa João XXIII (Angelo Roncalli) também convocou um falso concílio, o Vaticano II!
O primeiro antipapa João XXIII abriu o seu falso concílio em Constança no quarto ano do seu reinado, em 1414. O recente antipapa João XXIII abriu o Vaticano II no quarto ano do seu reinado, 1962.
O reinado do primeiro antipapa João XXIII, terminou pouco antes da terceira sessão do seu falso concílio, em 1415. O recente antipapa João XXIII morreu pouco antes da terceira sessão do Vaticano II, em 1963, pondo um fim ao seu reinado.
Cremos que as similaridades entre o primeiro antipapa João XXIII e o segundo não são meras coincidências. O primeiro antipapa João XXIII foi também o último antipapa a reinar em Roma. Estava Angelo Roncalli, o mais recente antipapa João XXIII, ao escolher este nome, indicando de forma simbólica (na forma esotérica que os maçons costumam fazer as coisas) que ele estava a continuar a linha de antipapas que reinam em Roma?
O cardeal Heenan, que esteve presente no conclave de 1958 que elegeu João XXIII, uma vez mencionou: “Não havia grande mistério na eleição do Papa João. Ele foi eleito porque era um homem muito velho. O seu principal dever foi de elevar o Mons. Montini (mais tarde, Paulo VI), o arcebispo de Milão, a cardeal para que pudesse ser eleito no próximo conclave. A política foi essa e foi realizada com precisão.”87
Notas finais:
1 Yves Marsaudon em seu livro L’Œcuménisme vu par um franc-maçon de tradition, Paris: Ed. Vitiano; citado por Dr. Rama Coomaraswamy, The Destruction of the Christian Tradition, pág. 247.
2 Lawrence Elliott, I Will Be Called John, 1973, pp. 90-92.
3 Luigi Accattoli, Quando o Papa Pede Perdão, Edições Paulinas, 1998, pág. 28.
4 Alden Hatch, A Man Named John, NY, NY: Hawthorn Books Inc., 1963, pág. 93.
5 Alden Hatch, A Man Named John, pág. 94.
6 Alden Hatch, A Man Named John, pág. 96.
7 Alden Hatch, A Man Named John, pág. 98.
8 St. Anthony’s Messenger, Nov. de 1996.
9 Alden Hatch, A Man Named John, pág. 117.
10 Alden Hatch, A Man Named John, pág. 118.
11 Paul I. Murphy e R. Rene Arlington, La Popessa, 1983, pp. 332-333.
12 Mary Ball Martinez, The Undermining of the Catholic Church, Hillmac, México, 1999, pág. 117.
13 Giovanni Cubeddu, 30 Days, No. 2-1994., pág. 25.
14 Kurt Klinger, A Pope Laughs, Stories of John XXIII, NY, NY: Holt, Rinehart and Winston,1964, pág. 90.
15 Alden Hatch, A Man Named John, pág. 121.
16 Alden Hatch, A Man Named John, pág. 123.
17 Kurt Klinger, A Pope Laughs, pág. 99.
18 Rev. Francis Murphy, John XXIII Comes To The Vatican, 1959, pág. 139.
19 Alden Hatch, A Man Named John, pág. 114.
20 Alden Hatch, A Man Named John, pág. 125.
21 Kurt Klinger, A Pope Laughs, Stories of John XXIII, pág. 104.
22 Mark Fellows, Fatima in Twilight, Niagra Falls, NY: Marmion Publications, 2003, pág. 159.
23 Kurt Klinger, A Pope Laughs, Stories of John XXIII, pág. 105.
24 The Papal Encyclicals, por Claudia Carlen, edição inglesa, Raleigh: The Pieriam Press, 1990, vol. 4 (1903-1939), pág. 434.
25 Peter Hebblethwaite, John XXIII, The Pope of the Council, Doubleday, ed. Le Centurion, 1988, pág. 271.
26 Paul Johnson, Pope John XXIII, pp. 37, 114-115, 130.
27 Kurt Klinger, A Pope Laughs, Stories of John XXIII, pág. 24.
28 Time Magazine, “1962 Man of the Year: Pope John XXIII,” 4 de Janeiro de 1963.
29 Kurt Klinger, A Pope Laughs, Stories of John XXIII, pág. 49.
30 Romano Amerio, Iota Unum, Angelus Press, 1998, pág. 241.
31 Kurt Klinger, A Pope Laughs, Stories of John XXIII, pág. 134.
32 Kurt Klinger, A Pope Laughs, Stories of John XXIII, pág. 110.
33 Alden Hatch, A Man Named John, pág. 192.
34 Alden Hatch, A Man Named John, pág. 192.
35 Alden Hatch, A Man Named John, pág. 194.
36 Luigi Accattoli, Quando o Papa Pede Perdão, pág. 29.
37 Denzinger, The Sources of Catholic Dogma, B. Herder Book. Co., 13ª Edición, 1957, no. 705.
38 Time Magazine, “1962 Man of the Year: Pope John XXIII,” 4 de Janeiro de 1963.
39 Allegri, Il Papa che ha cambiato il mondo, ed., Reverdito, 1998, pág. 120. Também citado em Sacerdotium, exemplar #11, 2899 East Big Beaver Rd., Suite 308, Troy, MI., pág. 58.
40 Alden Hatch, A Man Named John, pág. 193.
41 The Papal Encyclicals, vol. 3 (1903-1939), pág. 316.
42 Luigi Accattoli, Quando o Papa Pede Perdão, pág. 29.
43 Cónego Chantre António Joaquim Pereira, Horas de Piedade, 1932, pág. 127.
44 Pe. Paul O'Sullivan, O.pág., Saint Philomena, The Wonder Worker, Rockford, IL: Tam Books, 1993, pp. 69-70.
45 A Catholic Dictionary, editado por Donald Attwater, Tam Books, 1997, pág. 72.
46 Kurt Klinger, A Pope Laughs, Stories of John XXIII, pág. 135.
47 Mark Fellows, Fatima in Twilight, Niagra Falls, NY: Marmion Publications, 2003, pág. 180.
48 Alden Hatch, A Man Named John, NY, pág. 14.
49 Walter Abbott, The Documents of Vatican II, The America Press, 1966, pp. 712; 716; 717; https://www.vatican.va/holy_father/john_xxiii/speeches/1962/documents/hf_j-xxiii_spe_19621011_opening-council_po.html
50 The Papal Encyclicals, vol. 2 (1878-1903), pág. 389.
51 The Papal Encyclicals, vol. 2 (1878-1903), pág. 390.
52 The Reign of Mary, Spokane, WA., Spring, 1986, pág. 10.
53 The Reign of Mary, vol. XXIX, No. 93, pág. 16.
54 The Reign of Mary, vol. XXIX, No. 93, pág. 16.
55 The Reign of Mary, vol. XXII, No. 64, pág. 8.
56 The Reign of Mary, edição da primavera, 1986, pp. 9-10.
57 Angelo Giuseppe Roncalli, John XXIII, Mission to France, 1944-1953, pp. 124-125.
58 The Reign of Mary, edição de primavera, 1986, pág. 9.
59 Kurt Klinger, A Pope Laughs, Stories of John XXIII, pág. 57.
60 Piers Compton, The Broken Cross, Cranbrook, Western Australia: Veritas Pub. Co., 1984, pág. 45.
61 Kurt Klinger, A Pope Laughs, Stories of John XXIII, pág. 24.
62 Mark Fellows, Fatima in Twilight, pág. 177; também Piers Compton, The Broken Cross, pág. 44.
63 Pe. Joaquin Arriaga, The New Montinian Church, Brea, CA., pág. 170.
64 Curtis Bill Pepper, An Artist and the Pope, London, England: Grosset & Dunlap, Inc. Capa frontal & interior da capa removível do livro; ver também pág. 5.
65 Pe. Joaquin Arriaga, The New Montinian Church, Brea, Ca., pág. 570.
66 Michael Davies, Pope John’s Council, Kansas City, MO: Angelus Press, 1992, pág. 150.
67 Catholic Restoration, Março-Abril de 1992, Madison Heights, MI, pág. 29.
68 Pe. Joaquin Arriaga, The New Montinian Church, pp. 147-148.
69 A.D.O. Datus, “Ab Initio,” pág. 60.
70 George Weigel, Witness to Hope, New York, NY: Harper Collins Publishers, Inc., 1999, pág. 484.
71 Bart McDowell, Inside the Vatican, Washington D.C.: National Geographic Society, 1991, pág. 193; também pode ser ser visto em Time Magazine, na edição de 4 de Janeiro de 1963; também citado em The Bible, The Jews and the Death of Jesus, Bishops’ Committee for Ecumenical and Interreligious Affairs, United States Conference of Catholic Bishops, 2004, pág. 59.
72 The Reign of Mary, “John XXIII and the Jews,” edição da primavera de 1986, pág. 11.
73 B'nai B'rith Messenger, Sexta-feira, 4 de Novembro de 1964; The Catholic Herald, Sexta-feira, 14 de Maio de 1965.
74 Luigi Accattoli, Quando o Papa Pede Perdão, pág. 25.
75 Alden Hatch, A Man Named John, pág. 192.
76 The Papal Encyclicals, vol. 1 (1740-1878), pp. 41-42.
77 Catholic Restoration, Maio-Junho de 1993, Madison Heights, MI, pág. 24.
78 Darcy O' Brien, The Hidden Pope, New York, NY: Daybreak Books, 1998, pág. 10.
79 Alden Hatch, A Man Named John, depois da pág. 238 (1ª página do suplemento).
80 Wendy Reardon, The Deaths of the Popes, Jefferson, NC., McFarland & Co., Inc., 2004, pág. 244.
81 Wendy Reardon, The Deaths of the Popes, pág. 244.
82 Alden Hatch, A Man Named John, depois da pág. 238 (7ª página do suplemento).
83 Pe. Joaquin Arriaga, The New Montiniam Church, pág. 147; https://hemeroteca.informador.com.mx/
84 Piers Compton, The Broken Cross, Cranbrook, Western Australia: Veritas Pub. Co. Ptd Ltd, 1984, pág. 50.
85 Piers Compton, The Broken Cross, Cranbrook, pág. 50.
86 A.D.O. Datus, “AB INITIO,” pág. 60.
87 Biografia do Cardeal Heenan, Crown of Thorns.
Do livro: A Verdade sobre o que Realmente Aconteceu à Igreja Católica depois do Vaticano II

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